sábado, 3 de setembro de 2011

Super Nintendo: 20 anos de glória!


Para quem ainda não sabe, SNES significa Super Nintendo Entertainment System. O console foi lançado em 1991 e vendeu mais de prodigiosos 46 milhões de unidades ao redor do mundo inteiro. Agora, prepare-se para conhecer a história desse colosso dos video games.
Há muito tempo atrás...
Tudo começou com a companhia Nintendo vendendo “Hanafuda”, jogos japoneses simples de cartas. O sucesso foi tão estrondoso que a empresa teve que aumentar a produção e construir novas fábricas.  Até que em certo ponto da história, para a alegria do mundo dos games, foi lançado o primeiro console da marca: o NES (Nintendo Entertainment System, Famicom no Oriente).

A plataforma também ficou conhecida como “Nintendinho” aqui no Brasil e a empresa não pretendia produzir sucessores, até quando a grande concorrente da “Big N”, a SEGA, resolveu lançar sua plataforma de 16 bits: o Genesis/Mega Drive. Essa razão levou a Nintendo prontamente a produzir um rival à altura, e foi assim que surgiu o Super Nintendo Entertainment System.
A primeira grande guerra dos consoles estava lançada. Até os dias atuais, a comparação entre SNES e Mega é muitíssimo controversa.
O impacto mundialO poder do SNES
Os mais jovens podem não ter possuído ou mesmo jogado a plataforma da “Big N”, mas certamente já ouviram muitas menções ao nome, tão popular no planeta inteiro.
Fonte: ChronicGames
No Japão, a máquina de diversão foi lançada um ano antes da versão americana, com o nome de Super Famicom. Nos tempos de glória do video game, não era incomum encontrar na casa de algumas pessoas periféricos usados no SNES, como o famoso “controle turbo”, com a logomarca japonesa inscrita.
Fonte: ChronicGames
Os britânicos também tiveram a sua própria versão do aparelho, que foi lançada em junho de 1992. O console europeu era muito mais parecido com o Super Famicom do que com o modelo americano, inclusive pelas cores dos botões do joystick.
Alguns anos mais tarde, já com o sucesso consolidado, foi lançada uma versão menor do console, batizada de Slim. O video game diminuiu um pouco de tamanho, com a mesma coloração do americano, porém com os botões de liga/desliga e reset em posições diferentes.
O primeiro Highlander dos games
Para se ter uma ideia do poder e da influência desse console, mesmo depois que os periféricos com o dobro da capacidade de processamento gráfico, o Super Nintendo continuou sendo produzido e manteve-se bem posicionado no mercado mundial de vendas. A Nintendo of America não parou de fabricar o aparelho de 16 bits até o ano de 1999. No Japão, o prodígio foi maior ainda: o SNES só deixou de ser fabricado em setembro de 2003.
Uma curiosidade muito especial é que em determinada época, quando a SEGA lançou o SEGA CD, a Nintendo firmou uma forte parceria com a Sony. O intuito dessa união era o desenvolvimento de um anexo ao SNES que lesse CDs, rivalizando com o console “tecnológico” da empresa do porco-espinho azul. O projeto, que acabou por ser infrutífero para a “Big N”, era chamado de PlayStation. Qualquer semelhança não é mera coincidência...
Referência em joystick
Fonte: Destructoid/chrissglass
O joystick consistia em um direcional analógico controlado pela mão esquerda e no lado direito os botões X, B, A e Y, dispostos em formato de cruz. Nas extremidades superiores, bem ao alcance dos dedos indicadores, os bumpers R (right, direita) e L (left, esquerda). Estão aí os controladores como todos nós conhecemos e mais gostamos até hoje.
A própria “Big N” inovou alguns anos mais tarde com o Wii e seus controles duplos e separados. Porém, o padrão até hoje é o mesmo. Desde PlayStation, passando por Xbox e DreamCast, todos os consoles têm um controlador baseado no design de SNES. Principalmente ao que se refere aos botões L e R e “gatilhos”.
Bigodes e encanamentos
Como falar de Super Nintendo sem mencionar o encanador bigodudo? A princípio, Super Mario All-Stars era o cartucho que vinha junto com os aparelhos recém-adquiridos. Mais tarde foi Super Mario World que ocupou o lugar oficial de primeiro jogo do console.
Img_normal
Já a versão Slim da plataforma trazia consigo Super Mario World 2: Yoshi's Island. E não é só por acompanharem os consoles que os irmãos italianos forjaram seus nomes na história. Mario acabou por se tornar a mascote da Nintendo, encabeçando tudo que fosse referente à marca.

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